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Arroio do Sal (51) 3687-1360

Bal. Pinhal (51) 3682-1122

Capão da Canoa (51) 3625-2112

Capivari do Sul (51) 3685-1181

Caraá (51) 3615-1324

Cidreira (51) 3681-3400

Dom Pedro de Alcântara (51) 3664-0011

Imbé (51) 3627-2655

Itati (51) 3658-5104

Mampituba (51) 3615-2024

Maquiné (51) 3628-1322

Morrinhos do Sul (51) 3605-1112

Mostardas (51) 3673-1258

Osório (51) 3663-3502

Palmares do Sul (51) 3668-1200

Sto. Antº. da Patrulha (51) 3662-2630

Tavares (51) 3674-1513

Terra de Areia (51) 3666-1285

Torres (51) 3664-2300

Tramandaí (51) 3661-1762

Três Cachoeiras (51) 3667-1155

Três Forquilhas (51) 3628-5262

Xangri-Lá (51) 3689-4635

 
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Assembleia da Amlinorte debate segurança pública e sistema prisional

O presidente da entidade, prefeito Amauri Germano, de Capão da Canoa, deverá encaminhar reuniões com as entidades para dar andamento aos projetos nessas áreas.

Dois temas importantes para a região foram debatidos na Assembleia Geral da Amlinorte, realizada na sexta-feira, dia 6 de abril de 2018, sendo eles a grave situação da superlotação da casa prisional de Osório e a implantação do cercamento eletrônico para a segurança, através do vídeo monitoramento na região. O drama vivido nas unidades prisionais trouxe à reunião o Superintendente de Serviços Penitenciários do Estado do RS (Susepe), Ângelo Larger Carneiro, acompanhando da Promotora Pública Criminal de Osório e diretora da promotoria, doutora Cristiane Della Méa Corrales.

Ambos apresentaram aos prefeitos um quadro grave e dramático, onde a penitenciária de Osório, que possui 600 vagas, atualmente abriga 1.543 presos. “O recente incêndio que aconteceu era uma tragédia pré-anunciada”, disse o delegado penitenciário Benhur Nunes Calderon, responsável pela 1ª Delegacia Penitenciária Regional. Segundo ele, as estatísticas mostram a necessidade de instalar um novo presídio no Litoral Norte, já que cerca de 100 presos de Osório se encontram hoje no Presídio Central, em Porto Alegre.

A promotora pública, Cristiane Corrales, falou aos prefeitos que estamos vivendo um momento limite, em que se precisa encontrar solução. De acordo com a promotora, em 2017 não houve redução no número de apenados no inverno, como normalmente acontece, o que dificultou ainda mais a situação no verão. “Chegamos a ter delegacias na virada do ano com 20 presos, num espaço que não é adequado para essa situação”, informou. Segundo ela, a solução precisa ser criada antes do próximo veraneio e a proposta é que os municípios promovam um debate sobre possíveis áreas que sirvam para a instalação de uma nova unidade prisional, que conta inclusive com recursos da Secretaria da Segurança Pública do RS.

O presidente da Amlinorte, prefeito Amauri Magnus Germano, de Capão da Canoa, disse que a entidade deverá discutir com os prefeitos esse assunto, contando com a participação do Ministério Público, Governo do Estado, executivo e legislativo municipais e sociedade civil organizada, a fim de construir uma solução. “O processo de reabilitação é muito mais difícil, por isso temos que trabalhar com as bases, com os jovens em turno inverso, para podermos avançar nesse tema tão grave”, destacou o presidente.

Rose Scherer – Jornalista (6.175)

Assessoria de Imprensa da Amlinorte – 09/04/2018