Voltar

Arroio do Sal (51) 3687-1360

Bal. Pinhal (51) 3682-1122

Capão da Canoa (51) 3625-2112

Capivari do Sul (51) 3685-1181

Caraá (51) 3615-1324

Cidreira (51) 3681-3400

Dom Pedro de Alcântara (51) 3664-0011

Imbé (51) 3627-2655

Itati (51) 3658-5104

Mampituba (51) 3615-2024

Maquiné (51) 3628-1322

Morrinhos do Sul (51) 3605-1112

Mostardas (51) 3673-1258

Osório (51) 3663-3502

Palmares do Sul (51) 3668-1200

Sto. Antº. da Patrulha (51) 3662-2630

Tavares (51) 3674-1513

Terra de Areia (51) 3666-1285

Torres (51) 3664-2300

Tramandaí (51) 3661-1762

Três Cachoeiras (51) 3667-1155

Três Forquilhas (51) 3628-5262

Xangri-Lá (51) 3689-4635

 
Voltar
Amlinorte debate resíduos sólidos, recursos hídricos e falta de policiamento

A destinação dos resíduos sólidos no Litoral Norte, a Fase C do Plano da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí e a grave situação da falta de efetivo policial na região foram os temas de debate entre os prefeitos durante a Assembleia Geral da Amlinorte e Consórcio Público Amlinorte. A reunião aconteceu na última sexta-feira, dia 14 de julho de 2017, na sede da entidade, em Osório, comandada pelo presidente da associação, Cilon Rodrigues da Silveira, prefeito de Xangri-lá.

O presidente do Comitê da Bacia do Rio Tramandaí, João Vargas de Souza, fez uma exposição sobre o início do trabalho da Fase C, onde acontecerão audiências públicas nos municípios e convocou os prefeitos e suas equipes a se integrarem ao processo. “O que for aprovado na Fase C passa a ser o Plano Diretor das Águas no Litoral Norte”, alertou. Ele lembrou que esse é o momento de os municípios fazerem sugestões, que resulte numa legislação adequada para a região.

Na sequência, o presidente Cilon Silveira informou sobre uma reunião realizada no último dia 20 de junho, com a secretária de Estado do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – SEMA, Ana Pellini sobre a destinação dos resíduos sólidos. “Não houve avanço sobre uma solução para a destinação dos resíduos na região, uma vez que os órgãos reguladores não deverão aprovar a abertura de novos aterros na região litorânea”, informou. Além disso, as atividades do aterro de Tramandaí, que recebe o lixo de sete municípios litorâneos, deverão ser encerradas em maio de 2018, de acordo com a FEPAM. Os demais municípios estão descartando o lixo no município de Içara/SC ou no aterro de São Leopoldo.

O presidente da Amlinorte quer uma posição dos órgãos públicos sobre qual o caminho a tomar para a solução do problema e sugeriu marcar uma audiência com o Governo do Estado, Ministério Público e Governo Federal para que apontem um direcionamento para o plano de resíduos do Litoral Norte. Esse encontro deverá ser agendado pela Amlinorte, com o apoio da Famurs.

A Amlinorte também deverá apresentar a Secretaria de Segurança Pública do Estado um relatório do contingente policial nos municípios, que comprovam a falta de policiamento na região. A entidade já marcou uma audiência com o secretário, Cezar Schirmer, onde deverá solicitar mais policiamento.

 

Mudanças no Consórcio Público Amlinorte

Assumiu em junho de 2017 uma nova diretoria no Consórcio Público Amlinorte. A mudança aconteceu por iniciativa dos próprios prefeitos, uma vez que a diretoria anterior havia sido eleita em dezembro de 2016, como determina o estatuto. Os gestores consideraram que a eleição anterior foi inapropriada, uma vez que ninguém ainda havia sido diplomado e tampouco tinham informações a cerca da situação do Consórcio Público. Além disso, houve discordância entre os prefeitos sobre a proposta de extinção do consórcio, que chegou a ser apresentada inicialmente.

Dessa forma, os gestores optaram em realizar uma nova eleição, conduzindo a presidência do Consórcio Público Amlinorte o prefeito de Morrinhos do Sul, Luiz Evaldt Steffen, que aceitou a missão. Na vice-presidência ficou o prefeito de Três Forquilhas, Robson Bobsin, tendo como tesoureiro o prefeito de Arroio do Sal, Affonso Angst, e como secretário o prefeito de Xangri-lá, Cilon Rodrigues da Silveira.

A nova diretoria já está trabalhando num projeto de reestruturação do Consórcio Público, que inclui adequações administrativas e financeiras, análise das ações jurídicas ao qual o consórcio público possui passivo e o lançamento de novos produtos e serviços ainda em 2017.

 

Rose Scherer – Jornalista (6.175)

Assessoria de Imprensa da Amlinorte

 

14/07/2017